• Regulação da digestão. O paladar influencia na fisiologia gastrointestinal pela secreção de enzimas digestivas.

  • Quantidade de alimento ingerida. Os cavalos acabam ingerindo em maior quantidade as suas gramíneas preferidas.

Um cavalo pode se recusar a ingerir água se esta estiver em um recipiente diferente do qual está acostumado. Em casos extremos, pode-se adocicar a água para melhorar a sua ingestão.

Os cavalos costumam a se sentirem atraídos por sabores doces, porém a sensibilidade e preferência variam de um indivíduo para o outro, uma vez que os fatores nutricionais, eletrolíticos e experiências prévias contribuem para a escolha destes sabores.

O Paladar do Cavalo

O paladar é um importante sentido que permite reconhecer os sabores, além de sentir a textura dos alimentos ingeridos.

 

A língua do cavalo é o principal órgão desse sentido e é capaz de diferenciar entre os sabores: ácido, amargo, salgado e doce.

Em comparação com o paladar do ser humano, pode-se afirmar que o cavalo tolera melhor os sabores amargos, como o de soluções de acetado de sucra-octa, amargas demais para nós, mas bem aceitáveis para os equinos.

O paladar influencia o comportamento equino de inúmeras formas, tais como:

  • Distinção de alimentos. Os cavalos aprendem rapidamente a diferenciar alimentos agradáveis e desagradáveis. Uma só experiência ruim já é suficiente para eles evitarem determinados alimentos pelo resto de suas vidas.

  • Informação sobre o valor nutricional dos alimentos. Os receptores de sabor são especialmente adaptados à detecção de substâncias químicas, em especial, o sal. Os cavalos sempre sabem quanto de sal necessitam para manter a homeostase corporal e também, são capazes de escolher os alimentos necessários para manter uma dieta equilibrada quando há uma grande variedade de alimento disponível na natureza.

Cavalos selvagens ingerem ervas medicinais para tratar diferentes distúrbios físicos e combater vermes parasitas.

Eles também raspam e lambem o solo em lugares específicos quando estão necessitando de determinados minerais para manter o equilíbrio corporal.

A injestão de fezes é considerada um comportamento normal em potros de 2 semanas a um mês de idade, ainda que existam potros que podem continuar a ingerir fezes até os 5 meses de idade.

A ingestão das fezes maternas pelo potro, o auxilia no processo de adaptação da microbiota intestinal para posterior ingestão de gramíneas.

26 de junho de 2016

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